Investigação e Tratamento para TDAH e Borderline
Investigação e Tratamento para TDAH e Borderline
Através da avaliação neuropsicológica é possível obter um diagnóstico preciso devido a investigação, possibilitando o desenvolvimento de um plano terapêutico personalizado para o tratamento de TDAH e Borderline.
A avaliação neuropsicológica é conduzida a partir de entrevistas clínicas estruturadas, aplicação de testes padronizados e observação de comportamento. É indicada quando há sinais como: dificuldade na concentração, impulsividade, instabilidade no humor, dificuldade nos relacionamentos, queda no desemprenho acadêmico/profissional, dentre outros. Após a investigação, será entregue a estratégia de tratamento para que possamos melhorar de forma precisa a sua qualidade de vida.

Bruna Rodrigues é Psicóloga Especialista em Neuropsicologia e com vasta experiência em tratamento e investigação para TDAH, Borderline e TEA. Unindo experiência clínica e atualização constante para oferecer um atendimento técnico, humanizado e eficaz. Possui mais de 6 anos de prática na área e já ajudou mais de mil pessoas a compreenderem seu funcionamento emocional e cognitivo, desenvolvendo estratégias personalizadas que promovem equilíbrio, autocontrole e qualidade de vida. Bruna é muito bem avaliada no Google e no Doctoralia, acumulando dezenas de avaliações 5 estrelas pelo cuidado, empatia e resultados consistentes com seus pacientes. Seguindo um plano terapêutico construído junto com você, os avanços chegam de forma sólida e saudável.
O TDAH se caracteriza por: desatenção; memória baixa; procrastinação; impulsividade e/ou hiperatividade, impactando nos estudos, trabalhos e relacionamentos. Já o Transtorno de Personalidade Borderline, envolve uma intensa instabilidade emocional; medo do abandono; mudanças brucas de humor e dificuldade nos vínculos interpessoais. Para quem quer inestigar TEA (autismo) tem que se atentar para sensibilidades visuais e adutivas; baixo contato visual; inflexibilidade na quebra de rotina; padrões repetitivos de comportamentos dentre outros. Em ambos, é comum que a pessoa sofra com baixa autoestima, dificuldades na regulação emocional, interferindo na rotina e na qualidade de vida.
O diagnóstico é feito por meio de avaliação neuropsicológica, para analisarmos as funções executivas, atenção, padrões de comportamento, personalidade, humor e memória. Com o resultado dessa avaliação completa, teremos um diagnóstico certeiro.
Para contribuir com a melhora durante seu processo terapêutico, é só por em pratica as técnias ensinadas em consulta, manter hábitos saudáveis, e comunicar ao psicólogo qualquer alteração.
Evite automedicação; utilização de inteligência artificial; negligenciar autocuidado e se expor a ambientes ou pessoas que favoreçam a desregulação emocional.
Use as seguintes técnicas para começar a ficar melhor: 1. Técnica dos 5 Minutos Quando a tarefa parece impossível de começar, proponha-se a fazê-la por apenas 5 minutos. Muitas vezes, o início é a parte mais difícil — e, depois que começa, o cérebro engaja. 2. Respiração 4-7-8 para crises emocionais Inspire contando até 4, segure o ar por 7 segundos e expire lentamente por 8. Essa técnica reduz a ativação fisiológica e ajuda a recuperar o controle em momentos de ansiedade ou raiva. 3. Caixa de Ferramentas Emocionais Monte uma lista ou caixa física com estratégias rápidas que funcionam para você: ouvir uma música específica, tomar um banho, caminhar, escrever um desabafo ou segurar um objeto que traga segurança.
